AUSÊNCIADos sabores mais árduos que já provei
Tua ausência foi de longe a mais cruel Mas quem é que sabe? Que por ti madrugadas solitárias já degustei É complicado pra você? Querido, em dramas como este ninguém é fiel. Horas e dias, semanas e meses. Submisso ouvinte.Fala de tudo. Parece tão sombrio e sensacional Meu grande: Sombrio é meu sangue e teu nome é meu mal. Forte sensação, implacável dor da tortura Te buscar, te seguir e vigiar é exata loucura Nem mesmo sei quem és, onde está e se me quer Sem traumas e incertezas, te alucino sem ser mulher Não são apenas seus olhos, nem seus lábios esculpidos por um deus apaixonado É a forma cintilante e hipnótica do seu olhar e falar, perfeito demasiado.Vã procura infinita. Lágrimas de um domingo inquietoDona de toda a culpa, razões por qual nunca estive pertoAo tempo devorador dos rumos:Saiba que a vida é a infância da imortalidadeE se não for hoje, nem amanhã, ainda temos toda a eternidade
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